Será assim a minha velhice...
A avoaçar num vórtice
de neblina e entorpecimento.
Quebrantada pela guilhotina do tempo.
Alongo as mãos no que me silencia
que me há-de agastar num só lamento.
Aniquilada pela ascensão desta nostalgia,
escoo-me ainda da enxurrada.
Apresso-me a reagir desalvorada.
E sumo como quem se desvanece
na mesma prostração
Do que aqui se adensa...
Como última acção.
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