Entro no túneis , num de ciprestes
e cruzo-me com a
memória de ninguém.
Entrelaço as minhas memórias com as de alguém
no meio da esplanada de coisas rupestres.
A hesitar entre o
tradicional e o moderno…
A conversar com a memória de ninguém.
Ainda presa ao meu próprio inferno.
Ampara-me a tua
expressão desencantada
E a forma como não afirmas que estás ali só para descontrair.
Naquele túnel de cipreste, fizeste-me sorrir e rir.
Partilhaste a tua batalha e só por pouco não lhe chamaste
alhada.
Afirmaste por outras palavras que o tempo tem um efeito
medicinal.
E que depois de a queda levantar-te-ias. Que era sempre o
que afinal
Fazias.
Isabel BeA.
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