quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A aspirar o impossível


Plantei uma utopia enlaçada
no olvido das madrugadas quentes e ávidas,
em voo destemido de ave desamada.
A desdenhar os amores colossais .
Minha alma meditativa recortada,
Do habitual. – Perdeu-se em tantos ais!
A aspirar o impossível …
A viver no meio de todos os temporais!


Isabel M.P.F- Bea

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